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terça-feira, 13 de junho de 2017

Acionistas tomam posse da Busscar e abrem vagas de trabalho em SC

Uma das principais empresas de carroceira de ônibus do Brasil vai voltar a atuar no Norte de Santa Catarina. Acionistas de um grupo do estado de São Paulo, que compraram a massa falida da Busscar, tomaram posse oficialmente dos parques fabris de carroceria de peças em Joinville e Rio Negrinho na segunda-feira (12).
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DIVULGAÇÃO
Depois de cinco anos parada, a fábrica vai voltar a produzir ônibus a partir do ano que vem, com investimentos que vão passar de R$ 100 milhões.
"São mais de cinco produtos diferentes, desde veículos para fretamento até os de dois pisos", conta Maurício Cunha, diretor industrial da Caio Induscar.

Vagas de emprego

Até o ano que vem, 500 funcionários devem ser contratados pela nova empresa, que vai se chamar Carbuss. Ela vai começar com equipes de segurança, manutenção, administração e projetos. Interessado já podem enviar currículos pela internet.
Segundo a RBS TV, primeiro será analisado o que ficou dentro das fábricas, onde ainda estão os chassis com as carrocerias pela metade, peças e equipamentos. Depois que todo o material passar por avaliação para ver o que ainda pode ser usado, começa a contratação dos funcionários da produção.

Falência

A Busscar, que já foi a segunda maior fabricante de carrocerias de ônibus do Brasil, está há cinco anos sem produzir. Todo o problema começou com uma crise administrativa depois da morte do fundador da empresa.
Em 2012, a Busscar entrou em recuperação judicial, mas teve a falência decretada. Ônibus que estavam sendo montados ficaram pela metade, assim como o pagamento de cerca de oito mil ex-funcionários e credores.
Em março deste ano, a massa falida foi arrematada por R$ 67 milhões, aproximadamente a metade do valor de mercado.

Dívidas e pagamentos

A posse da nova empresa não encerra o caso Busscar. São cerca de 5,6 mil ex-funcionários e 2,5 mil empresas, entre bancos e fornecedores, que ainda devem receber valores antigos.Já se sabe que os R$ 67 milhões do leilão não vão ser suficientes para pagar todas as dívidas. Caberà à Justiça determinar quanto cada credor vai receber desse recurso e dos outros já garantidos durante o processo.

Informações: g1 SC


sábado, 25 de junho de 2016

A decadência gradual do transporte público de Joinville

Não é de hoje que é possível constatar uma decadência do transporte coletivo da cidade de Joinville. Os passageiros ao longo do tempo foram sentindo a alta do preço da passagem, porém com o sentimento de que o investimento para melhorias do transporte não estão acompanhando o valor pago. Atualmente o joinvilense que pega ônibus diariamente para ir estudar ou trabalhar tem que desembolsar nada menos que R$162,80 por mês (R$3,70 x 2 por dia x 22 dias úteis por mês) para receber um transporte não correspondente com o valor pago! Ao longo dos anos também foi possível acompanhar:
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Imagem: Lucas Andrade / Arquivo Pessoal
Aquisição de novos ônibus: Novos, porém extremamente desconfortáveis com assentos duros de plástico, sem ar condicionado (verão) e sem um sistema de ventilação adequado (inverno). A suspensão dos ônibus recém adquiridos a rodo de 2013 e 2016 também não ajudam em nada na questão de conforto ao usuário.
Horários: A população cresceu e o número de horários, principalmente no início da manhã e no fim da tarde, não acompanhou. Para constatar isso, basta tentar pegar um ônibus nos últimos pontos da Rua Doutor João Colin entre 17:30-18:30; passarão pouquíssimos veículos e os que passarão virão tão lotados que não será permitida a entrada de mais passageiros.
Corredores de ônibus: Da mais péssima qualidade. Aparentemente não foi feito um estudo de carga repetitiva nos corredores e os mesmos estão seriamente degradados, causando muitos solavancos, buracos, desníveis e outras coisas que tornam uma viagem do Terminal Norte ao Terminal Central, por exemplo, insuportável. O ideal seria a pavimentação com concreto nas faixas exclusivas, seguindo o modelo de Curitiba. Apesar disso estar presente no Plano de Aceleração de Crescimento(PAC), não há indícios de que essas obras iniciem em breve.
Fornecimento de informações: Falho, tanto virtualmente quanto presencialmente. O site da Gidion, por exemplo, não permite uma consulta de linhas por ruas, não há um fornecimento de mapas para melhor entendimento e sequer há um espaço para sanar dúvidas! Os pontos de ônibus não são catalogados (como no Recife, por exemplo), e o indivíduo acaba não tendo informações suficientes à disposição. Nos terminais as TVs que deveriam informar os horários dos próximos ônibus transmitem mais anúncios do que qualquer outra coisa (isso quando estão funcionando), e nos celulares inexiste um aplicativo oficial que indique as linhas e horários de forma fácil e rápida (é necessário acessar o site das empresas para tal).
Licitação: Não é exagero dizer que a falta de licitação do transporte público de Joinville é um crime e um desrespeito com o cidadão, que fica de mãos atadas refém das duas empresas do sistema coletivo de Joinville. A Prefeitura, aparentemente favorável às empresas, vem adiando a licitação há décadas e parece não ter pressa para que a mesma seja realizada.

Porém, o transporte de Joinville nunca decaiu tanto em pouco tempo quanto nesse mês. Recentemente foi anunciado pelos órgãos que cuidam da mobilidade urbana de Joinville que a Estação Pirabeiraba seria integrada a rede de Terminais de Integração – à primeira lida é excelente, não? – porém exceto nos fins de semana, sob a alegação de haver um fluxo mínimo de passageiros . Ora, esses passageiros não pagam R$3,70 também? Merecem um transporte público de qualidade e integrado todos os dias (Afinal, Pirabeiraba pertence a Joinville). Uma medida desnecessária e confusa.
Dias depois, foi anunciado no Facebook da Gidion o que pode ser o início do fim da Estação Nova Brasília. Foi dito que aos fins de semana, novamente por alegação de fluxo mínimo de passageiros, a estação seria desativada e todas as linhas pertencentes a esta estação (uma lista contendo nada menos que 10 linhas) fariam integração direta com o Terminal Central. Uma medida que jogará a Estação Nova Brasília às mãos de vândalos aos sábados e domingos, sendo um verdadeiro retrocesso ao benéfico sistema de integração que foi sendo construído aos poucos. Caso realmente haja a necessidade de desativação da Estação por falta de dinheiro (o que estão fazendo com o dinheiro abusivo das passagens?), que as linhas do Morro do Meio sejam transferidas para a Estação Vila Nova e as linhas do Nova Brasília em si transferidas para o Terminal Sul.Alternativamente, para evitar a desativação da Estação Nova Brasília, as linhas do São Marcos poderiam ser transferidas para a Estação valorizando a linha troncal 0650 – Nova Brasília / Centro.
Enfim, existem diversas medidas mais simples e muito mais efetivas do que a desativação parcial da Estação. Tanto na Prefeitura de Joinville quanto nas empresas de transporte público da cidade está faltando estudo de viabilidade técnica pensado no bem da população, coisa que deixou de acontecer há uma susessão de tempo.
De: Lucas Andrade
Informações: Portal Ônibus Joinville

quarta-feira, 2 de março de 2016

Joinville ganha faixa exclusiva para ônibus

A partir desta segunda-feira (29), será ativado o corredor exclusivo para ônibus na Avenida Getúlio Vargas em Joinville, no Norte de Santa Catarina, informou a prefeitura. Nas primeiras horas do dia, o Departamento de Trânsito (Detrans) vai fazer o monitoramento para orientar os motoristas.

A faixa exclusiva ficará no lado direito da via. A partir da efetivação do corredor, veículos que trafegarem no espaço dos ônibus ficam sujeitos à fiscalização e podem ser notificados por infração ao Código de Trânsito Brasileiro, que prevê a perda de sete pontos na Carteira de Habilitação e multa de R$ 191,54.

Segundo o gerente de Operações do Detrans, Samuel Gomes, a primeira quadra a partir da Rua Ministro Calógeras ainda ficará sem o corredor. O motivo é a necessidade de recuo da calçada no imóvel da esquina, o que deve ser concluído até o final da próxima semana.

Depois de totalmente concluído, o corredor vai começar no cruzamento com a Rua Ministro Calógeras e seguir até o final da avenida, fazendo a ligação dos corredores já existentes na avenida Juscelino Kubitschek e a rua Santa Catarina.

“Existia uma cobrança da comunidade em relação à intermitência do corredor em alguns trechos e agora estamos solucionando esta demanda”, comentou o gerente de Operações.

Informações: G1 SC

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Em Joinville, Avenida Getúlio Vargas vai ter corredor exclusivo de ônibus

A partir do dia 29 de fevereiro a avenida Getúlio Vargas passa a contar com um corredor exclusivo de ônibus. O Departamento de Trânsito de Joinville (Detrans) trabalha no trecho para a implantação da sinalização horizontal e vertical. A faixa exclusiva ficará no lado direito da via. O corredor vai começar no cruzamento com a rua Ministro Calógeras e seguir até o final da avenida, fazendo a ligação dos corredores já existentes na avenida Juscelino Kubitschek e a rua Santa Catarina. 

Segundo o gerente de Operações do Detrans, engenheiro Samuel Luiz Bernardes Gomes, durante o período do início desta quinta-feira até o dia 29 haverá operários atuando no trecho para implantar a sinalização. “Alguns itens da sinalização estarão concluídos antes do final do mês, mas a efetivação do corredor ocorre somente a partir do dia 29”, garantiu. 

Depois de pronta, a obra vai complementar o sistema com faixas exclusivas para ônibus das avenidas Juscelino Kubitschek, Getúlio Vargas e rua Santa Catarina. “Existia uma cobrança da comunidade em relação à intermitência do corredor em alguns trechos e agora estamos solucionando esta demanda”, comentou. 

A partir da efetivação do corredor, veículos que trafegarem no espaço dos ônibus ficam sujeitos à fiscalização de trânsito e podem ser notificados por infração gravíssima, que prevê a perda de 7 pontos na Carteira de Habilitação e multa de R$ 191,54. 

Informações: Agora Joinville